quarta-feira, 30 de novembro de 2011
CELEBRIDADE DA SEMANA
Gostaria de homenagear minha querida prima "neia" ,que meus outros primos não fiquem com ciúmes...e mandar todo meu amor aos meus tios juarez e zeli
terça-feira, 29 de novembro de 2011
CELEBRIDADE ATEMPORAL
*** This is Your Life ***
Date of birth = November 29, 1969
You were born on a Saturday.
Your Thai birthday colour is purple.
You have lived for 42 years 0 months 0 days.
You have lived for 15340 days.
You will have lived for 20000 days on Sep 1, 2024.
Happy birthday! You are 42 years old today.
You were born in the Chinese Year of the Rooster.
Your Chinese age is 43.
Your Islamic calendar age is 43 years 3 months -16 days.
You were born under the Zodiac sign Sagittarius.
Felizmente esses 15340 dias (o que dá aproximadamente 368160 horas) foram intensamente vividos,vivi um grande amor ,sofri por amor, tive uma filha saudável e linda, fiz poucas mas verdadeiras amizades ,plantei uma arvore,escrevi um livro,cometi muitos erros,cai varias vezes e sempre me levantei ainda com mais força
obrigada Deus
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Celebridades da Semana
Gostaria de compartilhar com todos o imenso orgulho que tenho por ter tido a oportunidade de trabalhar e conviver com um ser humano fantástico : Andreia Franklin + Um espírito de luz sempre doce e prestativa com todos posso afirmar que nunca ouvi ela sequer elevar a voz com alguém ;Infelizmente um tipo em extinção principalmente no funcionalismo público.
Entretanto estaria cometendo uma injustiça se não mencionasse uma outra pessoa igualmente iluminada chamada Lilian Franklin ,minha queria ex vizinha e amiga de todas as horas , ex quase comadres(rsrsrs)
Aliás essa família Franklin é nota mil
Por último ,mas não menos importante ,quero deixar registrado miinha eterna admiração por Mariangela Sinis com a qual tive o prazer de trabalhar ,TCHADORO VIU
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
domingo, 20 de novembro de 2011
CELEBRIDADE ATEMPORAL
Hoje é aniversário do meu sobrinho e afilhado
BERNARDO PILUSO DOS SANTOS
Completa hoje 15 anos num total de 5478 dias
com muito orgulho e amor eu desejo sua felicidade incondicional
beijos mil da dinda Eloisa
BERNARDO PILUSO DOS SANTOS
Completa hoje 15 anos num total de 5478 dias
com muito orgulho e amor eu desejo sua felicidade incondicional
beijos mil da dinda Eloisa
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Francis Bacon
Todos nós sentimos entusiasmo,quando procuramos,embora de maneira modesta, avaliar a grande obra daqueles que classificamos como Iluminados. Falo das criaturas dotadas de Consciência Cósmica. Em cada caso, o nível de manifestação varia – os mais efetivos, bem como os de menor importância.
Através dos tempos, termos diferentes foram criados, significando a mesma coisa: Nirvana, Reino dos Céus, Espírito Santo, Gabriel, Beatrice.
Tudo isto é amplamente explicado pela grande criatura que foi Richard M. Bucke, M.D. (1837-1902), em seu livro Consciência Cósmica, editado em 1901. Quer me parecer que haja motivos para acreditar que Bucke tenha sido um Frater Rosacruz. Talvez ele não o dissesse para não transferir responsabilidades a outrem; é ele quem as assumia sobre si próprio.
Trago o tema da Consciência Cósmica para me referir a Francis Bacon, filósofo da Inglaterra; Lord Chancellor, RX Imperator R+C.
Em outubro de 1980/RC 3333, tivemos a VIII Convenção Nacional, em Curitiba. Pela sequência, foi a nona, se tomarmos em consideração a Convenção Mundial, de 1975. uma palestra sobre a questão Bacon/Shakespeare.A palestra começou com as seguintes quotations:
1:“There are more things in heaven and earth, Horatio,Than are dreamt of, in your philosophy”
(Ato I, Cena 5, versos 167 e 168)
“O que há em um nome? O que chamamos como rosa, com outro nome, exalaria o mesmo perfume tão agradável?” “Pois não há nada que seja bom ou mau, mas tão somente em nossa maneira de pensar.”
“O resto é silêncio.”“Palavras, palavras, palavras.”
“Ser ou não ser, eis a questão.”
Francis Bacon é uma das mais extraordinárias criaturas que a humanidade conheceu.Recentemente compilei uma lista de 33 nomes de grandes personalidades, desde Thutmose III até H. Spencer Lewis, num período de 3.500 anos. No meu entender, Bacon ocupa um lugar de destaque.Quem estuda a cronologia da Grande Pirâmide sabe que sua mensagem se destina a esta passagem em que nos encontramos, de Peixes para Aquário. Faço meu pedido para que cada um observe os fatos na vida cotidiana, fazendo suas avaliações e tomando, depois, suas decisões. Digo isto, seguindo a
sugestão de um oficial da Ordem que nos diz que estamos numa fase em que o ser humano não é mais levado pela mão (por estarmos já no começo de Aquário), e deverá, agora, procurar agir, com consciência do que está fazendo.
Uso a palavra consciência – mais como consciousness,do que como conscience pois, em português, temos uma só palavra para dois conceitos.
A Pirâmide nos indica que os três sistemas da Profecia Messiânica – a Egípcia antiga, a Hebraica e a daPirâmide – nos dão a data de dezembro 1557 como sendo o começo da fase da aceleração para estabelecimento do Reino Messiânico.
David Davidson, um honesto e competente pesquisador da simbologia daPirâmide, nos diz que esta fase que precede o estabelecimento do Reino de Deus sobre a terra é a que vai de 1557 a 2045 a.D. Convém nos lembrarmos que Spencer Lewis acena com o Crescimento Espiritual do ser humano (evidentemente, alcançado de maneira gradual), conceito que comparo à mensagem de Jesus-o-Messias, quando este nos diz do Filho-do-Homem. Que cada um procure em seu próprio coração o significado esotérico deste termo. O motivo pelo qual me refiro ao ano 1557 é pela sua proximidade com a data de nascimento de Bacon, em 22 janeiro 1561. Nos registros de nascimento, entretanto, consta o ano de 1560 – antes da mudança que foi feita no calendário por Gregório XIII.
Os nomes de setembro a dezembro são uma evidência de que o ano começava em março, pois a própria Natureza assim no-lo demonstra no mundo físico e no organismo humano.
Francis Bacon, fazendo uso de escrita criptográfica, nos indica que ele não era filho de Nicholas Bacon e Anne Bacon, mas era o produto de casamento morganático da Rainha Elizabeth I com Lord Leicester. Bacon, então, foi enviado para a França, para que lá estudasse. Após o falecimento da Rainha, ele voltou; e Lord Cecil, seu adversário político, o forçou a abdicar em favor de James I.Richard M. Bucke nos diz que Francis Bacon era um homem dotado de Consciência Cósmica.
Eis alguns livros, que nos falam da personalidade de Bacon…
– Exit Shakespeare – Bertram G. Theobald
– Sir Francis Bacon Cipher Story – Dr. Owen
– Enter Francis Bacon – Bertram G. Theobald
– Francis Bacon’s Personal Life-Story – Alfred
Dodd
– Bacon-Shakespeare-Cervantes (FrancisTudor) –
Alfred von Weber-Ebenhof
– Bacon Is Shakespeare – Dr. Speckman
– Bacon Shakespeare and the Rosicrucians –
W. C. F. Wigston
Neste último título, note-se que é um nome duplo; não há vírgula.Speckman nos diz que aqueles que cultivavam as belas letras, não eram tomados em consideração; um homem de posição escrevendo
para o teatro teria perdido sua posição.Ao caminhar, pelo ano de 1960, pela Rua 24 de Maio, em São Paulo, SP, passando em frente ao então existente Teatro Santana, havia uma peça creditada a Carlos Lacerda; ao ver tal nome, fiquei pasmado.
“Como pode um homem público escrever peças teatrais?”E era 1960. Dez anos antes, já era de meu conhecimento que Bacon havia escrito Shakespeare; mesmo assim, fiquei escandalizado! E em pleno século XX!
Imagine-se, então, o que teria sido, no século XVII, se Bacon, Keeper of the Seals,tivesse apresentado suas peças?! E num país tão conservador como o Império Britânico! Usando de criptografia, Bacon nos diz:
“Bacon is a bee who has gathered much honey for posterity.”
Frater Franz Wittemans, historiador, nos diz que, com as peças shakespeareanas, Bacon foi, de fato, “uma abelha que juntou muito mel para a posteridade”, pois, enquanto apenas um número pequeno de pessoas poderiam ter sido beneficiadas pelos seus trabalhos filosóficos, que ele assinava com seu próprio nome, usando, por outro lado, o pseudônimo, influenciou milhões de pessoas, levando-as a altas concepções espirituais.Ele próprio, porém, indicou a chave para
que se descobrisse o verdadeiro autor das peças, bem como muitos segredos de sua vida. É claro, entretanto, que ele não poderia ter colocado chaves óbvias, pois não era aconselhável que o segredo fosse revelado enquanto ele vivesse.
Bacon, ao escrever sobre astronomia, usava o pseudônimo Gustavus Selenus, cujo significado é
“habitante da lua”. Usava o pseudô-nimo Christopher Marlowe. Vejo Christopher– aquele que transporta o Espírito Crístico, vejo Lowe, que nos faz pensar em Love – de RA e MA. É uma hipótese que tenha sido este seu propósito.
Pierre Henrion, pesquisador francês, nos diz: Existe uma única possibilidade entre 500.000.000.000 de chances que Shakespeare
Bacon não seja BACON. Henrion diz: “Bacon, chefe da fraternidade Shake-spear...”, isto é, a fraternidade que ande brande a lança. É alusão à Minerva, a mitológica musa de Bacon (veja na mitologia quem é “Miner va”).Além dos pseudônimos Marlowe e Selenus, ele usou os seguintes:
Immerito Ignoto, Lyly, Warlser, Kyd, Nash,Robert Burton, Barclay, Robert Greene, John
Selden, John Evelyn, Samuel Pepys, Edmund Spenser, Thomas Brown, Thomas Fuller, Izaak Walton.
Bucke diz, de maneira clara, que The Cosmic Sense produced the plays;
Ele também nos diz que uma pessoa normal usa, em média, 3.000 palavras, enquanto um erudito usava 7.000 palavras. E“Shakespeare” usava 11.000 palavras!
Em Bucke, encontramos ainda esta análise:
1. O vocabulário de Bacon e o de “Shakespeare” é similar em 98,5% de identidade.
2. Ambos usam as mesmas metáforas, as mesmas comparações (considerando-se que estas são, em
grande parte, novas em ambos).
3. O grande número de novas palavras e de palavras com novos significados encontradas nas
peças shakespeareanas e na prosa de Bacon, não podem ser o produto de mera coincidência.
4. Liam os mesmos livros; os livros favoritos de um eram os favoritos do outro.
5. Se for verdade que tenham existido dois homens, foram os dois maiores homens
no mundo da literatura, na época.
Durante 30 anos, viveram juntos numa cidade com uma população de 160.000 habitantes; nada existe que comprove que jamais se tenham encontrado, nem há evidência que um tenha sabido da existência do outro. Aquele tido geralmente como de menor importância – Francis Bacon – deixou atrás de si uma grande evidência de sua atividade literária, em forma de manuscritos, cartas enviadas e cartas recebidas.
“Shakespeare” – considerado geralmente o maior entre os dois – nada deixou: nenhum
manuscrito, nenhuma carta. Um frater, quando de minha palestra aludida, perguntou se o nome “William” não poderia ter sido escolhido, por incluir “I am”. Disse a ele que isto pode ser verdade. E comentei assim: “William” pode indicar “Well, I am...”.
Isto nos parece sugerir o início de algo – para nos fazer pensar – assim como acontece, em outra oportunidade, no seu uso da palavra Honorificabilitudino (obviamente, esta palavra não existe; é um anagrama: Initio hi ludi Fr Bacono –
No começo estas peças, de Fr Bacon).Este “Well, I am...” poderá sugerir “Bem, eu sou... Bacon; não sou Shakespeare”.
Outra coisa que descobrimos, mas é de se supor que outros também o tenham descoberto, é o engano: The Taming of the Shrew(A Domação da Megera.), Ato III, Cena I. Eis aqui outro erro no mundo teatral de hoje: ao invés de dizer “A Megera Domada”, o certo é “A Domação da Megera”. A “Megera” vai sendo domada, aos poucos; ela não está “domada”, desde o início.Como compreender Francis Bacon? Ele é fora de qualquer série! Ele sempre esteve cercado Foi obrigado a escrever criptograficamente Esteve sempre numa “camisa-de-força”, pelo próprio cargo que ele tinha. Os idealistas sempre têm que se defrontar com os que conquistaram privilégios e o fizeram de maneira irregular.
Anteriormente à sua encarnação como Bacon, ele falava espanhol. Como Bacon, pensava em latim. Onde estaria ele hoje? Fazendo o que? Ele deve estar trabalhando para todos. Quando pudermos, dediquemos omentos a ele.E para encerrar minha palestra, alinhei seus EMPREENDIMENTOS:
1. Ele influenciou construtivamente a política da Inglaterra, a maior potência mundial, na época para ajudar a construir um governo melhor e promover bons costumes.
2. Escreveu seus trabalhos filosóficos, assinando-os com seu nome.
3. Revisou, em 1611, a linguagem da Bíblia, para que pudesse ser entendida no idioma
da época.
4. Através das peças, influenciou milhões (até hoje), levando-as a altas concepções espirituais.
5. Como Imperator da Ordem, seu trabalho é por nós muito conhecido.
6. Influenciou positivamente a cultura dos povos de idioma inglês através de “Shakespeare” e
de idioma espanhol através de “Cervantes”, tendo-se a considerar que estes dois autores vieram a falecer no mesmo dia – em 23 abril 1616 – o que nos deixa pensando, pois é data que pode ser fictícia, e nos parece ocultar uma mensagem, para os iniciados.
Há mais Empreendimentos, sempre construtivos.
Como todos os grandes Iluminados, ele teve que fazer de maneira cuidadosa. Seus efeitos positivos se fazem sentir até hoje. De seus Essays, lembremo-nos de três de seus pensamentos:
“É um estranho desejo o de procurar o poder e perder a liberdade; ou procurar o poder sobre os outros e perder o comando sobre si mesmo”.
“Na prosperidade, mais facilmente encontramos o vício; na adversidade, mais facilmente
encontramos a virtude”.
“A Natureza somente poderá ser comandada, quando utilizarmos suas próprias leis.”
Nenhuma criatura pode duvidar do absoluto candor e total honestidade de Bacon, quando nos diz “I have (though in a despised weed) procured the good of all men.”– que trago ao português, assim: “Suscitei (embora numa roupagem modesta) o bem de todos os seres humanos”. Assim de grandes personalidades como a de Francis Bacon podemos esperar somente grandes exemplos, para o bem de todos.
Nota: 1. A primeira “quotation” – aqui escrita em inglês – foi, na Convenção, entretanto, pronunciada, por mim, em português; neste momento, a escrevo em inglês, para marcar o fato que, em nosso país (mas fora da Ordem), se veiculou um erro, que vem sendo repetido nos meios teatrais.
Eis agora a correção: Bacon não disse “vain philosophy”. Disse “your philosophy”. A palavra “vã” não existe no original. Foi adicionada depois, indevidamente
Através dos tempos, termos diferentes foram criados, significando a mesma coisa: Nirvana, Reino dos Céus, Espírito Santo, Gabriel, Beatrice.
Tudo isto é amplamente explicado pela grande criatura que foi Richard M. Bucke, M.D. (1837-1902), em seu livro Consciência Cósmica, editado em 1901. Quer me parecer que haja motivos para acreditar que Bucke tenha sido um Frater Rosacruz. Talvez ele não o dissesse para não transferir responsabilidades a outrem; é ele quem as assumia sobre si próprio.
Trago o tema da Consciência Cósmica para me referir a Francis Bacon, filósofo da Inglaterra; Lord Chancellor, RX Imperator R+C.
Em outubro de 1980/RC 3333, tivemos a VIII Convenção Nacional, em Curitiba. Pela sequência, foi a nona, se tomarmos em consideração a Convenção Mundial, de 1975. uma palestra sobre a questão Bacon/Shakespeare.A palestra começou com as seguintes quotations:
1:“There are more things in heaven and earth, Horatio,Than are dreamt of, in your philosophy”
(Ato I, Cena 5, versos 167 e 168)
“O que há em um nome? O que chamamos como rosa, com outro nome, exalaria o mesmo perfume tão agradável?” “Pois não há nada que seja bom ou mau, mas tão somente em nossa maneira de pensar.”
“O resto é silêncio.”“Palavras, palavras, palavras.”
“Ser ou não ser, eis a questão.”
Francis Bacon é uma das mais extraordinárias criaturas que a humanidade conheceu.Recentemente compilei uma lista de 33 nomes de grandes personalidades, desde Thutmose III até H. Spencer Lewis, num período de 3.500 anos. No meu entender, Bacon ocupa um lugar de destaque.Quem estuda a cronologia da Grande Pirâmide sabe que sua mensagem se destina a esta passagem em que nos encontramos, de Peixes para Aquário. Faço meu pedido para que cada um observe os fatos na vida cotidiana, fazendo suas avaliações e tomando, depois, suas decisões. Digo isto, seguindo a
sugestão de um oficial da Ordem que nos diz que estamos numa fase em que o ser humano não é mais levado pela mão (por estarmos já no começo de Aquário), e deverá, agora, procurar agir, com consciência do que está fazendo.
Uso a palavra consciência – mais como consciousness,do que como conscience pois, em português, temos uma só palavra para dois conceitos.
A Pirâmide nos indica que os três sistemas da Profecia Messiânica – a Egípcia antiga, a Hebraica e a daPirâmide – nos dão a data de dezembro 1557 como sendo o começo da fase da aceleração para estabelecimento do Reino Messiânico.
David Davidson, um honesto e competente pesquisador da simbologia daPirâmide, nos diz que esta fase que precede o estabelecimento do Reino de Deus sobre a terra é a que vai de 1557 a 2045 a.D. Convém nos lembrarmos que Spencer Lewis acena com o Crescimento Espiritual do ser humano (evidentemente, alcançado de maneira gradual), conceito que comparo à mensagem de Jesus-o-Messias, quando este nos diz do Filho-do-Homem. Que cada um procure em seu próprio coração o significado esotérico deste termo. O motivo pelo qual me refiro ao ano 1557 é pela sua proximidade com a data de nascimento de Bacon, em 22 janeiro 1561. Nos registros de nascimento, entretanto, consta o ano de 1560 – antes da mudança que foi feita no calendário por Gregório XIII.
Os nomes de setembro a dezembro são uma evidência de que o ano começava em março, pois a própria Natureza assim no-lo demonstra no mundo físico e no organismo humano.
Francis Bacon, fazendo uso de escrita criptográfica, nos indica que ele não era filho de Nicholas Bacon e Anne Bacon, mas era o produto de casamento morganático da Rainha Elizabeth I com Lord Leicester. Bacon, então, foi enviado para a França, para que lá estudasse. Após o falecimento da Rainha, ele voltou; e Lord Cecil, seu adversário político, o forçou a abdicar em favor de James I.Richard M. Bucke nos diz que Francis Bacon era um homem dotado de Consciência Cósmica.
Eis alguns livros, que nos falam da personalidade de Bacon…
– Exit Shakespeare – Bertram G. Theobald
– Sir Francis Bacon Cipher Story – Dr. Owen
– Enter Francis Bacon – Bertram G. Theobald
– Francis Bacon’s Personal Life-Story – Alfred
Dodd
– Bacon-Shakespeare-Cervantes (FrancisTudor) –
Alfred von Weber-Ebenhof
– Bacon Is Shakespeare – Dr. Speckman
– Bacon Shakespeare and the Rosicrucians –
W. C. F. Wigston
Neste último título, note-se que é um nome duplo; não há vírgula.Speckman nos diz que aqueles que cultivavam as belas letras, não eram tomados em consideração; um homem de posição escrevendo
para o teatro teria perdido sua posição.Ao caminhar, pelo ano de 1960, pela Rua 24 de Maio, em São Paulo, SP, passando em frente ao então existente Teatro Santana, havia uma peça creditada a Carlos Lacerda; ao ver tal nome, fiquei pasmado.
“Como pode um homem público escrever peças teatrais?”E era 1960. Dez anos antes, já era de meu conhecimento que Bacon havia escrito Shakespeare; mesmo assim, fiquei escandalizado! E em pleno século XX!
Imagine-se, então, o que teria sido, no século XVII, se Bacon, Keeper of the Seals,tivesse apresentado suas peças?! E num país tão conservador como o Império Britânico! Usando de criptografia, Bacon nos diz:
“Bacon is a bee who has gathered much honey for posterity.”
Frater Franz Wittemans, historiador, nos diz que, com as peças shakespeareanas, Bacon foi, de fato, “uma abelha que juntou muito mel para a posteridade”, pois, enquanto apenas um número pequeno de pessoas poderiam ter sido beneficiadas pelos seus trabalhos filosóficos, que ele assinava com seu próprio nome, usando, por outro lado, o pseudônimo, influenciou milhões de pessoas, levando-as a altas concepções espirituais.Ele próprio, porém, indicou a chave para
que se descobrisse o verdadeiro autor das peças, bem como muitos segredos de sua vida. É claro, entretanto, que ele não poderia ter colocado chaves óbvias, pois não era aconselhável que o segredo fosse revelado enquanto ele vivesse.
Bacon, ao escrever sobre astronomia, usava o pseudônimo Gustavus Selenus, cujo significado é
“habitante da lua”. Usava o pseudô-nimo Christopher Marlowe. Vejo Christopher– aquele que transporta o Espírito Crístico, vejo Lowe, que nos faz pensar em Love – de RA e MA. É uma hipótese que tenha sido este seu propósito.
Pierre Henrion, pesquisador francês, nos diz: Existe uma única possibilidade entre 500.000.000.000 de chances que Shakespeare
Bacon não seja BACON. Henrion diz: “Bacon, chefe da fraternidade Shake-spear...”, isto é, a fraternidade que ande brande a lança. É alusão à Minerva, a mitológica musa de Bacon (veja na mitologia quem é “Miner va”).Além dos pseudônimos Marlowe e Selenus, ele usou os seguintes:
Immerito Ignoto, Lyly, Warlser, Kyd, Nash,Robert Burton, Barclay, Robert Greene, John
Selden, John Evelyn, Samuel Pepys, Edmund Spenser, Thomas Brown, Thomas Fuller, Izaak Walton.
Bucke diz, de maneira clara, que The Cosmic Sense produced the plays;
Ele também nos diz que uma pessoa normal usa, em média, 3.000 palavras, enquanto um erudito usava 7.000 palavras. E“Shakespeare” usava 11.000 palavras!
Em Bucke, encontramos ainda esta análise:
1. O vocabulário de Bacon e o de “Shakespeare” é similar em 98,5% de identidade.
2. Ambos usam as mesmas metáforas, as mesmas comparações (considerando-se que estas são, em
grande parte, novas em ambos).
3. O grande número de novas palavras e de palavras com novos significados encontradas nas
peças shakespeareanas e na prosa de Bacon, não podem ser o produto de mera coincidência.
4. Liam os mesmos livros; os livros favoritos de um eram os favoritos do outro.
5. Se for verdade que tenham existido dois homens, foram os dois maiores homens
no mundo da literatura, na época.
Durante 30 anos, viveram juntos numa cidade com uma população de 160.000 habitantes; nada existe que comprove que jamais se tenham encontrado, nem há evidência que um tenha sabido da existência do outro. Aquele tido geralmente como de menor importância – Francis Bacon – deixou atrás de si uma grande evidência de sua atividade literária, em forma de manuscritos, cartas enviadas e cartas recebidas.
“Shakespeare” – considerado geralmente o maior entre os dois – nada deixou: nenhum
manuscrito, nenhuma carta. Um frater, quando de minha palestra aludida, perguntou se o nome “William” não poderia ter sido escolhido, por incluir “I am”. Disse a ele que isto pode ser verdade. E comentei assim: “William” pode indicar “Well, I am...”.
Isto nos parece sugerir o início de algo – para nos fazer pensar – assim como acontece, em outra oportunidade, no seu uso da palavra Honorificabilitudino (obviamente, esta palavra não existe; é um anagrama: Initio hi ludi Fr Bacono –
No começo estas peças, de Fr Bacon).Este “Well, I am...” poderá sugerir “Bem, eu sou... Bacon; não sou Shakespeare”.
Outra coisa que descobrimos, mas é de se supor que outros também o tenham descoberto, é o engano: The Taming of the Shrew(A Domação da Megera.), Ato III, Cena I. Eis aqui outro erro no mundo teatral de hoje: ao invés de dizer “A Megera Domada”, o certo é “A Domação da Megera”. A “Megera” vai sendo domada, aos poucos; ela não está “domada”, desde o início.Como compreender Francis Bacon? Ele é fora de qualquer série! Ele sempre esteve cercado Foi obrigado a escrever criptograficamente Esteve sempre numa “camisa-de-força”, pelo próprio cargo que ele tinha. Os idealistas sempre têm que se defrontar com os que conquistaram privilégios e o fizeram de maneira irregular.
Anteriormente à sua encarnação como Bacon, ele falava espanhol. Como Bacon, pensava em latim. Onde estaria ele hoje? Fazendo o que? Ele deve estar trabalhando para todos. Quando pudermos, dediquemos omentos a ele.E para encerrar minha palestra, alinhei seus EMPREENDIMENTOS:
1. Ele influenciou construtivamente a política da Inglaterra, a maior potência mundial, na época para ajudar a construir um governo melhor e promover bons costumes.
2. Escreveu seus trabalhos filosóficos, assinando-os com seu nome.
3. Revisou, em 1611, a linguagem da Bíblia, para que pudesse ser entendida no idioma
da época.
4. Através das peças, influenciou milhões (até hoje), levando-as a altas concepções espirituais.
5. Como Imperator da Ordem, seu trabalho é por nós muito conhecido.
6. Influenciou positivamente a cultura dos povos de idioma inglês através de “Shakespeare” e
de idioma espanhol através de “Cervantes”, tendo-se a considerar que estes dois autores vieram a falecer no mesmo dia – em 23 abril 1616 – o que nos deixa pensando, pois é data que pode ser fictícia, e nos parece ocultar uma mensagem, para os iniciados.
Há mais Empreendimentos, sempre construtivos.
Como todos os grandes Iluminados, ele teve que fazer de maneira cuidadosa. Seus efeitos positivos se fazem sentir até hoje. De seus Essays, lembremo-nos de três de seus pensamentos:
“É um estranho desejo o de procurar o poder e perder a liberdade; ou procurar o poder sobre os outros e perder o comando sobre si mesmo”.
“Na prosperidade, mais facilmente encontramos o vício; na adversidade, mais facilmente
encontramos a virtude”.
“A Natureza somente poderá ser comandada, quando utilizarmos suas próprias leis.”
Nenhuma criatura pode duvidar do absoluto candor e total honestidade de Bacon, quando nos diz “I have (though in a despised weed) procured the good of all men.”– que trago ao português, assim: “Suscitei (embora numa roupagem modesta) o bem de todos os seres humanos”. Assim de grandes personalidades como a de Francis Bacon podemos esperar somente grandes exemplos, para o bem de todos.
Nota: 1. A primeira “quotation” – aqui escrita em inglês – foi, na Convenção, entretanto, pronunciada, por mim, em português; neste momento, a escrevo em inglês, para marcar o fato que, em nosso país (mas fora da Ordem), se veiculou um erro, que vem sendo repetido nos meios teatrais.
Eis agora a correção: Bacon não disse “vain philosophy”. Disse “your philosophy”. A palavra “vã” não existe no original. Foi adicionada depois, indevidamente
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Eu Hoje Acordei Tão Só....
Eu hoje acordei tão só,mais só do que eu merecia...No mesmo instante que a solidão incomoda vem a compreensão de ela faz parte de uma escolha minha,eu me afastei para refletir.
entretanto algo aconteceu....
Meus videos preferidos
no you tube tenho um canal onde vocês podem assistir os vídeos que selecionei com muito carinho para vocês
é so pesquisar draeloisalima1 e assistir aos favoritos e selecionados em lista de reprodução .se puder se inscrevam e comentem
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Podres Poderes
"Primeiro vieram buscar os judeus e eu não me incomodei porque não era judeu. Depois levaram os comunistas e eu também não me importei, pois não era comunista. Levaram os liberais e também encolhi os ombros. Nunca fui liberal. Em seguida os católicos, mas eu era protestante. Quando me vieram buscar já não havia ninguém para me defender...”.
Martin Niemöller (1892-1984), sobre sua vida na Alemanha Nazista.
“Enquanto os homens
Exercem seus podres poderes
Morrer e matar de fome
De raiva e de sede São tantas vezes
Gestos naturais. Eu quero aproximar
O meu cantar vagabundo Daqueles que velam
Pela alegria do mundo Indo mais fundo
Tins e bens e tais!”
(Podres poderes, Caetano Veloso)
Martin Niemöller (1892-1984), sobre sua vida na Alemanha Nazista.
“Enquanto os homens
Exercem seus podres poderes
Morrer e matar de fome
De raiva e de sede São tantas vezes
Gestos naturais. Eu quero aproximar
O meu cantar vagabundo Daqueles que velam
Pela alegria do mundo Indo mais fundo
Tins e bens e tais!”
(Podres poderes, Caetano Veloso)
CELEBRIDADE DO DIA
Sobre « Dra Eloisa Lima:
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hoje é aniversário de um ser humano fantástico ,inteligente , profissional ,ético e de extremo bom gosto para artes e musica
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hoje é aniversário de um ser humano fantástico ,inteligente , profissional ,ético e de extremo bom gosto para artes e musica
Escreva o que tu queres!: Preso Nem traficante carioca que roubou a cena nos...
Escreva o que tu queres!: Preso Nem traficante carioca que roubou a cena nos...: Preso Nem traficante carioca q ue roubou a cena nos últimos dias. Melhor ouvir "O Alemdojorge" www.alemdojorge.com.br www.myspace.com/al...
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Faça uma lista de grandes amigos quem você mais via há dez anos atrás
quantos você ainda vê todo dia, quantos você já não encontra mais,
Faça uma lista dos sonhos que tinha , quantos você desistiu de sonhar ?
Quantos amores jurados pra sempre , quantos você conseguiu preservar?
Onde você ainda se reconhece : na foto passada ou no espelho de agora? .
Hoje é do jeito que achou que seria?
quantos amigos você jogou fora?
quantos mistérios que você sondava,e quantos você conseguiu entender
quantos segredos que você guardava hoje são bobos ninguém quer saber
quantas mentiras você condenava e quantas você teve que cometer
quantos defeitos sanados com o tempo eram o melhor que havia em você
quantas canções que você não cantava hoje assobia pra sobreviver
quantas pessoas que você amava ,hoje acredita que amam você ?
CELEBRIDADES DA SEMANA
Eu sou uma pessoa de sorte .....Ainda é terça e já conheçi duas pessoas especiais que faço questão de compartilhar com vocês.
Na segunda conheci a Dalila que é professora de ética e moral , possuidora de uma cultura tão vasta e multidisciplinar que me fascionou.
Com seu estilo mãezona e empatia contagiante ,já reservou um lugar de destaque no meu coração!
E hoje , apesar do breve contato , tive a agradável surpresa de fazer amizade com a Deborah Debbie que deu uma aula de bons costumes e ética , muito rara hoje em dia , neste novo e estranho mundo das relações humanas cibernética em um site muito interessante chamado Livra onde além de podermos ganhar prêmios respondendo à pesquisas também realizamos enquentes com curiosidades inerentes ao ser humano com total liberdade de expressão.
vivant à l'écart
AMIGOS (vinicius de morais)
Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos.Não percebem o amor que lhes devoto e a absoluta necessidade que tenho deles.
A amizade é um sentimento mais nobre do que o amor,eis que permite que o objeto dela se divida em outros afetos, enquanto oamor tem intrínseco o ciúme, que não admite a rivalidade.
E eu poderia suportar, embora não sem dor, quetivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressemtodos os meus amigos Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são meusamigos e o quanto minha vida depende de suas existências ..
A alguns deles não procuro, basta-me saber que eles existem.Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida.Mas, porque não os procuro com assiduidade, nãoposso lhes dizer o quanto gosto deles. Eles não iriam acreditar.
Muitos deles estão lendo esta crônica e não sabemque estão incluídos na sagrada relação de meus amigos.Mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adoro, embora não declare e não os procure. E às vezes, quando os procuro, noto que eles não temnoção de como me são necessários, de como são indispensáveis ao meuequilíbrio vital, porque eles fazem parte do mundo que eu, tremulamente,construí e se tornaram alicerces do meu encanto pela vida.
Se um deles morrer, eu ficarei torto para um lado.Se todos eles morrerem, eu desabo!Por isso é que, sem que eles saibam, eu rezo pela vida deles.E me envergonho, porque essa minha prece é, emsíntese, dirigida ao meu bem estar. Ela é, talvez, fruto do meu egoísmo.
Por vezes, mergulho em pensamentos sobre alguns deles.
Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos,cai-me alguma lágrima por não estarem junto de mim,compartilhando daquele prazer.. . Se alguma coisa me consome e me envelhece é que a roda furiosa da vida não me permite ter sempre ao meu lado, morandocomigo, andando comigo, falando comigo, vivendo comigo, todos os meusamigos, e, principalmente os que só desconfiam ou talvez nunca vão saber
que são meus amigos
A gente não faz amigos, reconhece-os.
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