Carta Aberta aos Cidadãos e Cidadãs do Mundo
Pela Jurisdiç ão de Língua Francesa da AMORC.
S e decidimo s divulgar esta carta aberta, é porque nos pareceu útil e necessár io fazê-lo. Naturalm ente, estamos plenamen te conscien tes de que as palavras que se seguem não constitu irão unanimid ade e gerarão desenten dimentos, oposiçõe s e até críticas. Com profundo respeito pela liberdad e de opinião, damos a todos o direito de fazer seu julgamen to à luz de suas próprias convicçõ es. Essas palavras terão, pelo menos, o mérito de alimenta r a reflexão de uns e outros.
Para resumir o que pensamos, temos a sensação que a humanida de foi tomada por uma loucura coletiva e que perdeu toda a referênc ia: a mais aflitiva divulgaç ão de tolices, de vulgarid ade e de falta de pudor apresent a recordes de audiênci a; o voyeuris mo atinge o auge; tudo faz crer que o sentido da vida é ficar cada vez mais rico e famoso, se possível rapidame nte e sem qualquer esforço; a violênci a, já oniprese nte na vida cotidian a, é exaltada pela televisã o e pelo cinema; os meios de comunica ção se sentem obrigado s a apresent ar aquilo que há de mais sombrio na natureza humana; qualific amos de ‘estrela s’ ou de ‘artista s’ as pessoas cuja qualidad e primordi al é estar sempre na moda ou agradar uma pseudo-e lite; a ‘razão da juventud e’ causa grandes estragos; confundi mos ‘humor’ com ‘escárni o’; o culto à personal idade só se iguala ao culto do corpo; glorific a-se a grosseri a e se estigmat iza o refiname nto; a desfaçat ez, a impertin ência e a insolênc ia são elevados à categori a de virtude, etc.
A crise financei ra, econômic a e social que o mundo enfrenta há muitos anos tem a ver com o que acabamos de dizer, e seria injusto atribuir isso unicamen te à deriva de um sistema financei ro e bancário perverti do. A causa disso tudo está também no desregra mento generali zado da sociedad e, principa lmente nos países que chamamos de ‘desenvo lvidos’. Através de uma enxurrad a de publicid ade muitas vezes enganosa e de todo tipo de crédito, as pessoas são levadas a consumir, custe o que custar, e a fazer do ‘ter’ um ideal de vida, em detrimen to do ‘ser’. Na mesma linha de pensamen to, faz-se do dinheiro, mesmo virtual, a base de um ‘consumi smo’ desenfre ado. Embora devesse ser um meio de troca que permitis se a cada um obter aquilo que fosse necessár io para viver decentem ente no plano material, acabou se tornando um fim em si, deixando de lado qualquer ética. Certamen te nunca houve um agente de aviltame nto, um vetor de corrupçã o e uma fonte de desigual dade social igual ao dinheiro. Agindo como um novo ídolo, não tem adeptos apenas nos meios em que reina a ganância e a avareza.
Entre vocês, alguns pensarão que esta constata ção é severa demais, e até mesmo negativa demais, e que ela revela uma visão excessiv amente pessimis ta do mundo atual. Outros talvez possam chegar a supor que isso seja obra de ideólogo s reacioná rios em busca da ordem moral. Todavia, nossa filosofi a nos inclina ao otimismo e até mesmo ao utopismo. Quanto à moral, damos a ela a abordage m que toda pessoa intelige nte e sensata deveria partilha r, pois vemos nela o respeito por si mesmo, pelos outros e pelo meio-amb iente, no que não há nada de moraliza dor, nem mesmo de moralist a. Além disso, achamos que nosso julgamen to sobre a condição em que se encontra a humanida de é simplesm ente realista. Vamos, portanto, prossegu ir, partindo do princípi o que você concorda com isso, mesmo que seja apenas parcialm ente.
A questão que se coloca é de saber por que o mundo chegou a esse ponto. Pensamos que isso se deve ao fato de ele ter afundado gradativ amente num material ismo e num individu alismo excessiv os. Atualmen te, a maior parte das pessoas se comporta como se o sentido da vida fosse obter o máximo de bens materiai s e de desfruta r, na medida do possível, de prazeres sensoria is, às vezes até o paroxism o. Fazendo isso, nutrem os aspectos mais egoístas da natureza humana, como os desejos de possuir, de dominar, de aparecer, etc. Da mesma forma, cultivam o individu alismo e seu corolári o: a exclusão. Por outro lado, o simples fato de crer em Deus ou de se referir a ele se tornou algo ‘laicame nte incorret o’ e consider ado ‘fora de moda’. Foi assim que o ‘cada um por si’ se tornou uma cultura, e o ateísmo, um modo de vida. Lamentam os profunda mente, pois isso vai de encontro ao bem-esta r da humanida de.
Se você partilha deste ponto de vista, vai compreen der que só existe uma alternat iva para se colocar um fim neste espiral ‘inferna l’ e devolver à humanida de a esperanç a de dias melhores : de injetar nela mais humanism o e espiritu alidade, a que nos dedicamo s através de nossos ensiname ntos e de nossa filosofi a. Pensamos, de fato, que ambos são pilares sobre os quais a humanida de deve se apoiar para se livrar dessa condição atual e se elevar a um estado de civiliza ção digno de seu nome. Se isso não for feito, a crise generali zada com a qual nos deparamo s vai se intensif icar e gerar ainda mais dificuld ades, provaçõe s e sofrimen tos. Esse já foi o objetivo que lançamos no “Positio Fraterni tatis Rosae Crucis”, manifest o que publicam os em 2001 e divulgam os a nível internac ional.
Com ‘injetar mais humanism o’, queremos dizer que se torna urgente (re)colo car o ser humano no centro de nossas preocupa ções e de (re)colo carmos a seu serviço todos os domínios de atividad e humana: economia, política, ciência, tecnolog ia, etc. De fato, não se pode aceitar, na aurora do século XXI, que milhões de homens, mulheres e crianças morram de fome, não tenham acesso à água potável, não disponha m de uma habitaçã o decente, vivam na indigênc ia, não tenham meios de tratar da saúde, trabalhe m em condiçõe s indignas, não saibam nem ler nem escrever, etc. É preciso parar de confundi r ‘viver’ com ‘sobrevi ver’. Isso tudo é ainda mais triste e lamentáv el quando lembramo s que a humanida de como um todo dispõe atualmen te do saber e de meios técnicos que permitem tornar todos os indivídu os felizes. É simplesm ente uma questão de vontade.
Com o passar do tempo, os homens criaram um mundo do qual eles mesmos foram se excluind o. Nas sociedad es modernas, ficaram tão dependen tes da informát ica e das máquinas, que essas coisas acabaram por substitu í-los em tarefas que não são nem úteis e nem necessár ias. Conseqüe ntemente, desumani zaram a sociedad e e fizeram dela um espaço de sobreviv ência onde a esperanç a deu lugar à desesper ança. Por horas de internet, comunica m-se através de tela, mas não encontra m tempo para se falarem. Resultad o: poucas pessoas são de fato felizes, e muitas são estressa das, aflitas, deprimid as. Resumind o em uma palavra: infelize s. Certamen te, o nível de evolução de uma sociedad e não é medido por seu desempen ho tecnológ ico ou por seus conhecim entos científi cos, mas pelo bem-esta r real de todos os seus membros e pelo prazer que têm de viver juntos.
Como efeito da globaliz ação, país algum, por maior ou mais poderoso que seja, vai poder prospera r daqui para frente sem levar em conta o desenvol vimento dos outros, por menores e mais fracos que sejam. Nesse sentido, o mundo se tornou uma só nação – o que deveria nos alegrar muito - e o destino de todos os homens está interlig ado. A noção de ‘Cidadão s e Cidadãs’ do mundo não é mais uma imagem mental, mas uma realidad e que precisa ser levada em conta para o bem de todos e de cada um. Além disso, no caso de isso ainda não ter aconteci do, nós os incentiv amos a transcen der o individu alismo, a superar o nacional ismo e a assumir o conteúdo do artigo 10 da “Declara ção Rosacruz dos Deveres do Homem”: “Todo indivídu o tem o dever de consider ar a humanida de toda como sua família e de se comporta r em todos os momentos e em todo lugar como um cidadão do mundo, fazendo do humanism o a base de seu comporta mento e de sua filosofi a”.
Mas, ser humanist a não é apenas trabalha r para o bem de todos os homens; é também se preocupa r com o meio em que vive e ao qual deve sua existênc ia. Mas, você sabe tanto quanto nós, que o planeta corre o risco de se tornar inviável se não colocarm os um fim nos diversos males que o ameaçam (aquecim ento global, poluição de diversos tipos, desmatam ento excessiv o, desequil íbrio dos ecossist emas, etc.). E ainda mais: a humanida de tem a consciên cia e a tecnolog ia necessár ias para agir dentro do bom-sens o, mas não existe vontade tanto no plano individu al quanto no coletivo. Com relação às gerações futuras, não temos mais a desculpa de não sabermos ou de não podermos fazer alguma coisa. Nossa inconseq üência é ainda mais grave quando pensamos que a Terra é para os olhos de todos a obra-pri ma da Criação. Mesmo um ateu tem a tendênci a a divinizá -la por sua beleza e pelas maravilh as que realiza em seus diversos reinos. Diante de tal consenso, o que estamos esperand o para tornar sua preserva ção uma causa humanitá ria universa l?
Com ‘injetar muita espiritu alidade’, queremos dizer que é do interess e de todos os homens fazer as pazes com Deus, no sentido místico do termo. Se esclarec emos que é no ‘sentido místico do termo’ é porque sabemos muito bem que a maioria das pessoas não adere ou não adere mais ao que as religiõe s - que, é preciso ressalta r, respeita mos - dizem ou disseram. Há séculos, para não dizer milênios, elas O represen taram como um Super-ho mem sediado no céu, de onde decide o nosso destino, inclusiv e o momento de nossa morte. Por essa abordage m, encoraja m os fiéis a se submeter em à Sua vontade e a procurar em salvação nos dos dogmas a que se prendem. Mas, como demonstr a a experiên cia, esse modo de viver a fé não deixa ninguém nem melhor nem mais feliz. Isso explica, em grande parte, porque os crentes se afastam das religiõe s chegando até a se tornarem ateus. E será que ficam satisfei tos com isso?
Mas, concorda ndo ou não, todos os homens têm uma alma e sua essência é espiritu al. É por isso que não consegue m encontra r felicida de no ateísmo ou no material ismo. Rejeitar Deus, como muitos fazem atualmen te, é, portanto, um contra-s enso que leva a um impasse. O que se faz necessár io é repensar a idéia que se tem dEle e agir de forma conseqüe nte. Do nosso ponto de vista, vemos nEle a inteligê ncia, a consciên cia, a energia, a força (pouco importa o termo que se use) que está na origem de toda a Criação. Como tal, Ele se manifest a no universo, na natureza e no próprio homem através de leis impessoa is, imutávei s e perfeita s. Mas é no estudo e no respeito a essas leis que reside a felicida de a que todos aspiramo s. É chegado, então, o momento de passar da ‘religio sidade’ para a ‘espirit ualidade ’, isto é, de passar da ‘crença em Deus’ para o ‘conheci mento das leis divinas’, no sentido das leis naturais, universa is e espiritu ais.
Mas é preciso que fique bem claro: não se trata de transfor mar os estados em teocraci as ou de adaptar suas institui ções a uma abordage m religios a à vida em sociedad e. Nisso, a laicidad e é necessár ia para garantir uma independ ência mútua entre a política e a religião. Pensamos apenas que, se por um lado, é legítimo para o homem querer melhorar sua condição material, por outro, isso não é suficien te para lhe trazer felicida de. Se estamos aqui na Terra, é para responde r a uma exigênci a espiritu al que, cedo ou tarde, incita todo ser humano a conduzir uma busca de sentido. Do ponto de vista místico, nossa presença aqui tem por objetivo essencia l tomarmos consciên cia de nossa natureza divina, e de expressa rmos isso em nossa vida diária em nossos julgamen tos e comporta mento. Em outras palavras, e como ensinava Sócrates já na sua época, estamos na Terra para nos aperfeiç oarmos e desperta rmos as virtudes da alma que nos anima. Esta é nossa razão de ser; este é o nosso destino comum.
Certamen te, não podemos provar a existênc ia de Deus. Contudo, os homens fazem parte de um universo que são capazes de contempl ar e estudar. Isso é necessar iamente o efeito de uma causa, pois tudo o que existe tem uma origem. E já que ele é regido por leis que os próprios cientist as consider am admiráve is, conseqüe ntemente essa causa original é prodigio samente e absoluta mente intelige nte. Logo, porque não chamar isso de ‘Deus’ e ver neste último a inteligê ncia universa l e impessoa l que está na origem da Criação? Por outro lado, consider ando que o próprio homem realizou o que há de mais belo e de mais útil dentro das ciências, das artes, da literatu ra, da arquitet ura, da tecnolog ia, etc.; e consider ando que ele é capaz de ter e de expressa r os sentimen tos mais nobres (amor, amizade, compaixã o, admiraçã o, etc.), como é possível duvidar que ele tenha algo de divino, ou seja, uma alma?
Como dissemos no início desta carta, respeita mos as convicçõ es de cada um, de modo que compreen demos que alguns dentre vocês não manifest am mais o interess e pela espiritu alidade, no sentido que demos a ela anterior mente, ou pela religios idade. Por outro lado, a necessid ade de instaura r mais humanism o neste mundo deveria ser evidente para a grande maioria das pessoas. Mas existe apenas uma solução para o futuro: é necessár io que cada um se empenhe em se tornar humanist a em pensamen tos, palavras e atos, o que implica em colocar o que há de melhor em você a serviço do bem comum. Finalmen te, retornem os à necessid ade de desperta r e de expressa r as virtudes que dão dignidad e ao homem, e que atribuím os, no nosso modo de ver, ao que há de mais divino nele.
Não estamos aqui na Terra para sofrer nem para expiar um pecado hipotéti co original, mas para conhecer a felicida de e evoluir gradativ amente para um estado de consciên cia sempre mais elevado. E se o mundo não vai bem, Deus não tem nada a ver com isso, nem o Diabo, que, diga-se de passagem, não existe. São os erros do próprio homem, que em sua maioria ainda está sob o domínio dos aspectos mais negativo s do ego, dando passagem para o egoísmo, a inveja, a intolerâ ncia, a violênci a, etc. Para tornar o mundo melhor, eles devem transcen der e aprender a manifest ar sua generosi dade, o desapego, a tolerânc ia, a não-viol ência, etc. Como? Esforçan do-se para transmut ar cada um de seus defeitos na qualidad e oposta, até se tornarem seres humanos realizad os. É exatamen te a essa alquimia espiritu al que os Rosacruz es se consagra m desde sempre.
Independ entement e de nossas crenças religios as, de nossas idéias política s e de nossas convicçõ es filosófi cas ou outras coisas, trata-se de um fato com relação a que vocês podem concorda r conosco: o homem está apenas de passagem pela Terra. Um autor disse que “o túmulo mais belo é o coração dos vivos”. Portanto, que lembranç a deseja deixar para os seres que partilha ram de sua existênc ia ou que você conheceu ? Que herança quer deixar para as crianças de hoje e para as gerações futuras? Que imagem de si mesmo espera levar no momento final de deixar este mundo? Como devem ter compreen dido, são resposta s dadas a essas pergunta s que, na sua consciên cia assim como em sua alma, determin am o sentido que você dá à vida. São elas também que traduzem sua natureza profunda e a consider ação que têm por você e pelos outros.
Na nossa maneira de pensar, achamos que nossa existênc ia não termina com o que chamamos de ‘morte’. Para nós, a morte é apenas uma transiçã o para um mundo purament e espiritu al. Ainda mais, muitos de nós estamos convenci dos de que todos os seres humanos reencarn am na Terra diversas vezes, para dar continui dade à sua evolução e realizar sua busca de aperfeiç oamento. Assim, o signific ado que damos à nossa vida condicio na o signific ado que damos à morte, ao pós-vida e às nossas vidas futuras. Seja como for, vamos convir que é aqui e agora que se constrói o mundo futuro. Se quisermo s que ele se conforme às nossas esperanç as mais caras e se torne para todos um lugar de paz, de harmonia e de fraterni dade, unamos nossos esforços para que surja uma Nova Humanida de, prelúdio de uma Nova civiliza ção.
É isso que queremos submeter à sua reflexão. Estamos conscien tes que as idéias que partilha mos com você não têm nada de original em si, mas achamos que elas podem corrobor ar as idéias de alguns, e incitar outros a se interrog arem. Esclarec emos também que elas não são de fato novas. Os Rosacruz es do século XVII, a quem estamos ligados, já usavam a mesma linguage m. Como testemun ho disso, e essa será nossa conclusã o, eis o que, Comenius, um deles, consider ado atualmen te o pai espiritu al da UNESCO, declarou na época:
“Queremo s que os homens, individu al e coletiva mente, jovens ou velhos, ricos ou pobres, nobres ou plebeus, homens ou mulheres, possam ser plenamen te educados e se tornar seres humanos realizad os. Queremos que sejam perfeita mente instruíd os e informad os, não apenas sobre um ou outro ponto, mas também sobre tudo o que permite ao homem realizar integral mente sua essência, aprender a conhecer a verdade, não ser enganado por falsos pretexto s, amar o bem e a não ser seduzido pelo mal, fazer o que deve ser feito e evitar o que precisa ser evitado, falar com sabedori a de tudo em com todos, e nunca se desviar de seu objetivo maior que é a felicida de”.
Se achar que esta carta-ab erta pode interess ar a pessoas de seu conhecim ento, sinta-se à vontade para divulgá- la. Se, ao contrári o, não partilha r nem do conteúdo nem da forma, desconsi dere-a e pratique em relação a nós uma das virtudes que mais apreciam os: a tolerânc ia.
Desejand o-lhes toda a felicida de possível, enviamos a todos os nossos pensamen tos mais fraterno s e os nossos melhores votos de Paz Profunda.
Para resumir o que pensamos, temos a sensação que a humanida
A crise financei
Entre vocês, alguns pensarão que esta constata
A questão que se coloca é de saber por que o mundo chegou a esse ponto. Pensamos que isso se deve ao fato de ele ter afundado gradativ
Se você partilha deste ponto de vista, vai compreen
Com ‘injetar mais humanism
Com o passar do tempo, os homens criaram um mundo do qual eles mesmos foram se excluind
Como efeito da globaliz
Mas, ser humanist
Com ‘injetar muita espiritu
Mas, concorda
Mas é preciso que fique bem claro: não se trata de transfor
Certamen
Como dissemos no início desta carta, respeita
Não estamos aqui na Terra para sofrer nem para expiar um pecado hipotéti
Independ
Na nossa maneira de pensar, achamos que nossa existênc
É isso que queremos submeter à sua reflexão. Estamos conscien
“Queremo
Se achar que esta carta-ab
Desejand
Sincer amente,
Pela Jurisdiç
Serge Toussain t
Grande Mestre
Grande Mestre
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